“Então ele vai estar presente quando o mosquito nasce, não precisa chupar o sangue de uma pessoa para pegar o vírus, tem muitos mosquitos que já, quando ele adquiriu o vírus na primeira alimentação, quando ele tiver novos mosquitos, ele transmite esse vírus para eles.”

Para o vice-presidente da Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas, Sérgio dos Santos Bocalini, houve eventos climáticos fora do padrão no início de 2024, como aumento da temperatura e os grandes volumes de chuva.

“Ações efetivas de educação ambiental junto a população para diminuir a presença de criadouros, combate efetivo do mosquito adulto através do poder público ou da contratação de empresas especializadas no controle e monitoramento efetivo dos locais com a presença da doença tendem a contribuir para diminuir o número de casos de dengue”, exemplificou Bocalini.

De 2022 para 2023, houve uma queda de aproximadamente R$ 10 milhões de investimento, saindo de R$ 38,1 milhões para R$ 29,5 milhões.

Para estancar o déficit de profissionais na linha de frente para conter a dengue e outras doenças, a Secretaria de Saúde nomeou profissionais temporários.

A pasta informa que a nomeação dos agentes foi antecipada, em decorrência da alta nos casos de dengue no Distrito Federal, e que há disponibilidade orçamentária suficiente para a nomeação dos agentes.

Para o especialista Bergmann Morais Ribeiro, esse número também um alerta para que os governos invistam em agentes de saúde para entrar em casas e verificar a presença de larvas de mosquito.

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Originalmente Publicado: 1 de Fevereiro de 2024 às 03:01

Fonte: www.metropoles.com